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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

Desfragmentador de disco do Windows

     Poucas pessoas sabem, porém, o sistema operacional do nosso computador precisa periodicamente de uma organização dos dados armazenados. Isto mesmo! Os bits que armazenam nossos arquivos ficam espalhados por toda a parte quando são usados, tornando sua máquina lenta até para abrir um arquivo no bloco de notas.
     Já expliquei em outro artigo como limpar arquivos indesejados usando o CCleaner. É um recurso que uso com muita frequência e pode ser utilizado por você como acréscimo ao método explicado mais abaixo.

Desfragmentador de disco

    Salvando, movendo, copiando e fazendo outras operações com os arquivos no computador, seus dados são salvos em diferentes partes do HD. Consequencia? Com muitos arquivos e um disco rígido de grande tamanho, fica mais lento para carregar o arquivo (principalmente se ele for enorme), pois tem-se que pegar os diversos pedacinhos dele para montá-lo. Como resolver isso?
  Existe um recurso já instalado no Windows 10 chamado Desfragmentar e otimizar unidades. Ele move os pedacinhos espalhados, colocando-os mais próximos aqueles que são do mesmo arquivo, ou seja, ficam tudo juntinhos. Isso agiliza quando ele for aberto. Vamos ver como usar essa ferramenta no Windows 10.
      Siga os passos da figura 1:

Figura 1: Acessando o serviço de desfragmentar.

      Aparecerá a imagem abaixo mostrando as diversas partições com data da última vez que foram analisadas. Veja quanto cada uma delas está fragmentada. Por padrão, periodicamente o Windows 10 já analisa a fragmentação das partições.
Figura 2: Partições do computador.

     Clicando no botão Analisar da janela anterior, ela irá reanalisar a partição, somente.
   Ao clicar no botão Otimizar será iniciada uma nova análise da partição e logo em seguida  relocamento dos dados. Tal processo pode demorar um bocado, sobrecarregando o computador, deixando-o lento.             
Figura 3: Análise antes da desfragmentação.

Figura 4: Inicio da desfragmentação.


Figura 5: Desfragmentado.


     Às vezes, mesmo 4% de fragmentação pode demorar demais para desfragmentar plenamente, exigindo vários passos, por isso, durante o processo de desfragmentação que já dura algum tempo, você pode clicar em Parar para interrompê-lo. Às vezes fica até conforme a figura 5.
Figura 6: A desfragmentação é feita em passos.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Recuperando arquivos deletados

     Às vezes por descuido apagamos algum arquivo importante para nós, como documento, TCC ou livro no pen drive, HD externo, cartão de memória, disco rígido do computador/notebook e etc. E aí? Foi-se? Ainda não! Tem sim como recuperar se tiver apagado agora, pois quando se apaga algo do dispositivo de memória, ficam resquícios dele gravados. Somente ao usá-lo para salvar ou botar outros arquivos nele, pode ser que se apague esses poucos dados restantes e assim reduz-se as chances de recuperação. Sim, mas deixemos de lero-lero e vamos ao que interessa!
    Se você estiver usando o sistema operacional Windows, dá para usar o programa chamado RECUVA que pode ser baixado no link https://www.ccleaner.com/recuva . É um software gratuito e pequeno. Basta clicar no botão verde "Download Free Version". Rapidin você baixa, facilmente instala e usa.
Figura 1: Abrindo Recuva.
Figura 2: Tela inicial do Recuva.
      Se vira aí na instalação que vou explicar somente como se usa, kkkk! Depois dele instalado, abra-o (preciso explicar isso não, né?!?). Com ele aberto, será aberta a tela da figura 2. Do lado esquerdo dela, embaixo, tem um canto onde você marca para não mostrar esta tela novamente toda vez que abrir o programa. Marcá-la é opcional. Clique no botão Avançar e irá para a janela da figura 3 onde tu podes marcar o tipo de arquivo que quer recuperar. Qual a importância disso?
Figura 3: Escolhendo tipo de arquivo.
     O processo de recuperação demora um bocado. Se o dispositivo tiver uma memória muito grande, tipo uns 100GB ou mais, vai demorar bastante e se marcar a opção "Outros" da figura 3, o programa irá procurar por todo tipo de arquivo que tenha sido apagado em toda a memória do dispositivo, podendo fazer demorar muito. Se restringir o tipo, por exemplo, marcando "Imagens", o software buscará arquivos específicos em toda a memória e demorará menos. Escolhida sua opção, clique no botão Avançar e aparecerá a tela da figura 4.
   
Figura 4: Determinando onde estavam os arquivos.
    A tela da figura 4 também é para acelerar a velocidade de recuperação. Com exceção da primeira opção que vasculha toda a memória, nas demais opções você escolhe onde estava o arquivo a ser recuperado. Para o usuário entrar com o endereço da localização, basta marcar a última opção. Pode até ser um pen drive que esteja conectado no computador, pois o Recuva recupera. Depois da escolha, clica no botão Avançar
     Aparecerá a tela da figura 5 onde você pode marcar a opção "Ativar verificação profunda". É demorada, bicho! Só use se for muito necessária! Em seguida clique no botão Iniciar que iniciará o escaneamento do dispositivo em busca de arquivos apagados conforme demonstrado nas figuras 6 e 7. Depois que terminar essas etapas, aparece a tela da figura 8, onde você pode ver os arquivos deletados. Dependendo do tipo de arquivo que está tentando recuperar, tu podes ver os recuperáveis em ícones visíveis, conforme a figura 8, ou na forma de uma lista onde os que estão com bolinha verde significa poderem ser recuperados completamente, amarelo é parcialmente recuperável e vermelho provavelmente nada tem para recuperar. Em ambos os casos, tu tens que marcar os desejados para habilitar o botão "Recuperar" no canto inferior direito.

Figura 5: A um passo da recuperação.

Figura 6: Verificação do dispositivo em andamento.
Figura 7: Analisando os arquivos a recuperar.
      Clicando no botão "Recuperar", aparecerá a tela da figura 9 para você escolher onde quer colocar o arquivo que será recuperado. É recomendável colocar num dispositivo de memória diferente de onde estava quando foi apagado. Por exemplo, se o arquivo estava no HD do computador, bote para recuperar num pendriver ou cartão de memória. Isso aumenta as chances de recuperação. Escolhido o lugar, clica no botão "OK".
Figura 8: Marcando os arquivos que se quer e mandando recuperar.
 
Figura 9: Seleciona-se um lugar para colocar os arquivos e depois clica-se em OK para recuperar.
     A tela da figura 10 só aparecerá se você inventar de salvar o arquivo no mesmo lugar onde estava quando foi apagado. Clicando em "Sim" ou "Yes", será levado a tela da figura 11 dentro de algum tempo. Ela varia conforme a quantidade de arquivos recuperados e a situação dos mesmos.
Figura 10: Alerta para os riscos à recuperação do arquivo.

Figura 11: Recuperação concluída!